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		<title>COP 16, uma nova tentativa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 03:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Conferência Climática que aconteceu no ano passado na Dinamarca foi considerada um fracasso por vários especialistas em mudanças climáticas, ambientalistas e por políticos do mundo todo. O motivo disso é simples: nada foi definido. Além disso, as poucas &#8220;determinações&#8221; que foram estabelecidas não são fiscalizadas e nenhum acordo concreto foi realizado. Alguns acreditam que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_865" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-865 " title="COP16" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2010/03/cop16_2-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /><p class="wp-caption-text">&quot;um acordo impossível, como aconteceu em Copenhague&quot; ?</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Conferência Climática que aconteceu no ano passado na <strong>Dinamarca</strong> foi considerada um fracasso por vários especialistas em mudanças climáticas, ambientalistas e por políticos do mundo todo. O motivo disso é simples: nada foi definido. Além disso, as poucas &#8220;determinações&#8221; que foram estabelecidas não são fiscalizadas e nenhum acordo concreto foi realizado. Alguns acreditam que a <strong>COP16</strong>, que será realizada no final desse ano na <strong>Cidade do México</strong>, também não alcançará objetivos satisfatórios. <span id="more-826"></span>Segundo a Ministra do Meio Ambiente da Itália,  <strong>Stefania Prestigiacomo</strong>:</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Por um lado, se busca um acordo vinculante entre todos os países do mundo sobre a redução das emissões e, por outro, se propõe a renovação do Protocolo de Kyoto, do qual os Estados Unidos ficaram de fora.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">É necessário definir um novo ou novos critérios, pois o método que vem sendo utilizado até agora se demonstrou inviável para que haja um acordo concreto entre os países. Em outras palavras, não adianta definir metas que ninguém pode seguir e/ou que países que possuem grande responsabilidade pela emissão de gases, como EUA, Índia e China, se recusem a seguir.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Grandes países, como a China e a Índia, precisam ser estimulados e, portanto, é necessário rever a metodologia usada para determinar quais os objetivos a serem alcançados&#8221; (<strong><em>Stefania Prestigiacomo</em></strong>)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Isso evitaria, nas palavras da Ministra, &#8220;um acordo impossível, como aconteceu em Copenhague.&#8221;</p>
<h2><span style="color: #32cd32;">Proposta do México</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Na Conferência na <strong>Dinamarca</strong>, autoridades mexicanas afirmaram que o país pretende apresentar um plano de redução de emissão dos seus gases poluentes. Isso pode ser um estímulo para que outros países sigam o exemplo e também apresentem suas ofertas.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se o México pode apresentar nas negociações um plano de cortes até 2020, com uma descrição do que será reduzido, vai estabelecer um precedente positivo para outras grandes economias emergentes.&#8221; (<strong><em>Adrián Fernández &#8211; presidente do Instituto Nacional de Ecologia</em></strong>)</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A proposta Mexicana inclui o incentivo a projetos de aperfeiçoamento da eficiência das usinas de energia ou redução de desmatamento, visando reduzir a emissão de gases poluentes na atmofesta terrestre, que hoje corresponde a <strong>1,5%</strong> do total mundial. O <strong>México</strong> é a favor da idéia de que os países ricos, liderados pelos <strong>Estados Unidos</strong>, devem ajudar financeiramente os países mais pobres. O próprio México, que deve custear seus próprios projetos, pretende buscar auxílio com recursos externos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o país sede da <strong>COP16</strong> é favor de que os <strong>Estados Unidos</strong> não sigam o mesmo acordo que os outros países. A alegação é de que os estadunidenses não têm condições de efetuar cortes significativos em suas emissões até <strong>2020</strong>, apesar de se comprometerem com metas até <strong>2050. </strong>Em <strong>Copenhague</strong>, o presidente mexicano, <strong>Felipe Calderón</strong>, afirmou que em junho desse ano o país irá reduzir voluntariamente, através de aperfeiçoamento do funcionamento das estatais de eletricidade e petróleo, <strong>50 milhões de toneladas</strong> de emissões até o fim do seu mandato em <strong>2012.</strong> Para isso, o <strong>México</strong> terá de sofrer mudanças substanciais na legislação, visto que os setores de petróleo e eletricidade são praticamente fechados ao investimento privado.</p>
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		<title>Palestra com Ricado Amorim</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 01:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[geografialinks]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Amorim é formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). Possui pós-graduação em Administração e Finanças Internacionais pela E.S.S.E.C. (École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales) de Paris. Participa do programa semanal Manhattan Connection, é diretor-executivo para mercados emergentes do banco WestLB em Nova Iorque. No Brasil, já trabalhou como economista em diversos bancos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_736" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-736 " title="amorim" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2010/03/amorim-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Ricardo Amorim</p></div>
<p style="text-align: justify;">Ricardo Amorim é formado em Economia pela <strong>Universidade de São Paulo</strong> (USP). Possui pós-graduação em Administração e Finanças Internacionais pela <strong>E.S.S.E.C. (École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales)</strong> de Paris. Participa do programa semanal <strong>Manhattan Connection, </strong>é diretor-executivo para mercados emergentes do banco WestLB em Nova Iorque. No Brasil, já trabalhou como economista em diversos bancos. Para mais detalhes Ricardo Amorim, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Amorim" target="_blank">clique aqui.</a><span id="more-735"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em <strong>16/03</strong> às <strong>18h30min</strong> ministrará em Fortaleza uma palestra no auditório da <strong>Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC)</strong>. O evento é gratuito, mas com <strong>vagas limitadas</strong>. Para mais informações e para se inscrever, acesse o site: <a href="http://www.dialogosuniversitarios.com.br" target="_blank">www.dialogosuniversitarios.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Mais água na Lua</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[geografialinks]]></category>
		<category><![CDATA[Nasa]]></category>

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		<description><![CDATA[
No ano passado, através de uma análise de impacto, ficou clara a existência de depósitos de gelo no pólo sul do satélite natural terreste.  Recentemente, uma descoberta feita pela sonda Chandrayaan-1, da Índia, confirmou a suspeita dos pesquisadores de que no outro Pólo também existem depósitos de gelo. A Nasa identificou mais de 40 crateras. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_615" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2010/03/superficielunar.jpg"><img class="size-medium wp-image-615" title="superficielunar" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2010/03/superficielunar.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Superfície lunar</p></div>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, através de uma análise de impacto, ficou clara a existência de depósitos de gelo no pólo sul do satélite natural terreste.  Recentemente, uma descoberta feita pela sonda <strong>Chandrayaan-1</strong>, da Índia, confirmou a suspeita dos pesquisadores de que no outro Pólo também existem depósitos de gelo. A Nasa identificou mais de 40 crateras. Tais crateras apresentam uma variação entre <strong>2</strong> e <strong>15 </strong>quilômetros de diâmetro.<span id="more-611"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esta semana, a Nasa comunicou:</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Embora o total de gelo dependa da espessura de cada cratera, estimamos que seja de pelo menos 600 bilhões de quilos.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Essa sonda, a <strong>Chandrayaan-1, </strong>foi lançada em 2008 e<strong> </strong>tem o objetivo de auxiliar na confecção de uma espécie de atlas da superfície lunar. Através desse atlas, mapear a distribuição dos recursos e de elementos químicos do planeta. A Nasa acredita que existe mais água em forma de gelo na Lua, visto que a sonda indiana não consegue realizar medições muito profundas.  Para quem se interessar mais sobre esse assunto, os estudos serão mostrados na revista <a href="http://www.agu.org/journals/gl/" target="_blank">Geophysical Research Letters</a>.</p>
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		<title>Resultado final UFC 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique no link abaixo para baixar o resultado final do exame Vestibular 2010 da Universidade Federal do Ceará.
Resultado final
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clique no link abaixo para baixar o resultado final do exame Vestibular 2010 da Universidade Federal do Ceará.<span id="more-605"></span><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2010/01/relacao_aprovados_2etapa_vtb2010_todos_cursos_por_nome.pdf" target="_self"></a></p>
<p><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2010/01/relacao_aprovados_2etapa_vtb2010_todos_cursos_por_nome.pdf" target="_self">Resultado final</a></p>
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		<title>COP15, resultados</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 18:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[
Há 10 dias escrevi brevemente sobre a Conferência climática que aconteceu na Dinamarca (Copenhagen) quando ela ainda estava em progresso. Após a conclusão do evento, pouco se avançou no processo de amenização dos problemas ambientais.
O ministro brasileiro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou os resultados da conferência, pois, para ele, criar um fundo de bilhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_568" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/comeca-copenhague.jpg"><img class="size-medium wp-image-568" title="59090512" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/comeca-copenhague.jpg?w=300" alt="" width="300" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Foi melhor do que nada</p></div>
<p style="text-align: justify;">Há 10 dias escrevi brevemente sobre a <a href="http://geografialinks.com/2009/12/09/conferencia-de-copenhagen/" target="_self">Conferência climática</a> que aconteceu na Dinamarca (Copenhagen) quando ela ainda estava em progresso. Após a conclusão do evento, pouco se avançou no processo de amenização dos problemas ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro brasileiro do Meio Ambiente, <strong>Carlos Minc</strong>, criticou os resultados da conferência, pois, para ele, criar um fundo de bilhões de dólares para ajudar os países pobres a cumprirem sua meta não é o bastante.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-566"></span></p>
<blockquote><p>Esse valor de US$ 30 bilhões para todos é menos do que o Brasil sozinho vai gastar para cumprir as nossas metas, aprovadas pelo nosso parlamento <strong><em>(Carlos Minc)</em></strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o ministro afirmou que é importante cobrar de países como Estados Unidos e China o cumprimento de suas metas. A opinião da ONU sobre a COP15 nas palavras do secretário-geral foi de que</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O Acordo de Copenhague pode não ser tudo o que todos esperavam, mas é um começo importante.  <strong><em>(Ban Ki-Moon)</em></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Apenas 26 países aderiram ao acordo. Apesar disso, <strong>Sérgio Serra</strong>, embaixador das questões climáticas do Brasil e líder da delegação brasileira na Conferência, considerou o acordo representativo, pois há representação de países de todas as regiões. França, Alemanha, Grã-Bretanha,  Japão, Rússia, Austrália, Arábia Saudita, Canadá são alguns dos países favoráveis ao acordo. Venezuela, Equador, Cuba e Nicarágua foram extremamente contra ao acordo.</p>
<blockquote><p>Ele abrange um grupo bem amplo de países, de todas as regiões. Chegamos ao máximo que foi possível nesta COP-15. <strong><em>(Sérgio Serra)</em></strong></p></blockquote>
<p>A maior crítica a conferência foi em relação a ausência de metas. Muito foi discutido, mas não houve estabelecimento de metas para os países. Nesse sentido, o <strong>presidente Lula</strong> foi enérgico em afirmar que todos estavam lá para resolver a questão, não adiá-la.</p>
<blockquote><p>Sem nada sobre as metas, foi muito decepcionante. <strong><em>(Sérgio Serra)</em></strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Liderando o acordo, estavam os Estados Unidos, o Brasil, a China, a Índia e a África do Sul. O presidente francês, após a inclusão da União Européia no acordo, afirmou que ele é melhor do que nada.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Não vou negar que houve bastante tensão. Num determinado momento chegámos a pensar que alguns dos principais participantes se preparavam para abandonar a conferência e enfrentámos a possibilidade de não obter nenhum acordo. Mas se não tivéssemos obtido um acordo isso significaria que dois países tão significativos como a China e a Índia, que representam dois mil e quinhentos milhões dos seis mil milhões de habitantes do planeta, estariam livres de qualquer tipo de restrição. <strong><em>(Nicolas Sarkozy &#8211; Presidente da França)</em></strong></p>
</blockquote>
<h3><span style="color: #32cd32;">Conclusão</span></h3>
<ol>
<li><strong>Reduzir em 50% até 2050 </strong>as emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa</li>
<li>Foi estabelecido que <strong>2ºC </strong>deve ser o teto do aumento de temperatura</li>
<li style="text-align: justify;">Se tudo seguir conforme o combinado, a redução dos gases será de apenas <strong>16%</strong> o que vai resultar no aumento de <strong>3ºC</strong> na temperatura</li>
<li>Não há nenhuma instância internacional responsável pela fiscalização do que foi estabelecido no acordo</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Durante a Conferência foram presas <strong>230 pessoas (ativistas)</strong>. A polícia usou gás lacrimogênio, cães e gás de pimenta. Circularam aproximadamente <strong>140 jatos</strong> privados. Foram alugadas mais de <strong>1200 carros de luxo</strong> dos quais apenas 5 possuem motor elétrico. Nos 11 dias de encontro, foram emitidos aproximadamente <strong>40.000 toneladas de CO2.</strong> Em 2010, outra conferência será realizada no <strong>México</strong> para discutir novamente as questões ambientais do planeta.</p>
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		<title>Vestibular da UECE anulado</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 17:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje (15/12), devido aos inúmeros erros gráficos existentes na prova de primeira fase da Universidade Estadual do Ceará, a Comissão Executiva do Vestibular juntamente com o Ministério Público Federal e Estadual, decidiram anular a prova que foi aplicada no dia 29/11/2009. A data de realização do novo exame vestibular ainda não foram definidos é 17 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje (15/12), devido aos inúmeros erros gráficos existentes na prova de primeira fase da<strong> Universidade Estadual do Ceará</strong>, a Comissão Executiva do Vestibular juntamente com o Ministério Público Federal e Estadual, decidiram <strong>anular a prova que foi aplicada no dia 29/11/2009.</strong> <span id="more-552"></span>A data de realização do novo exame vestibular <span style="text-decoration: line-through;">ainda não foram definidos</span><strong> é 17 de janeiro de 2010. </strong>Acompanhe aqui no site o desenvolvimento desse lamentável fato que, graças a consciência dos candidatos que reclamaram incessantemente por uma solução menos danosa, culminou na anulação do vestibular. Menos danosa não só para eles, que foram os diretamente prejudicados por esse erro, mas para amenizar, se é que isso é possível, essa mancha que foi feita na honra da Universidade e na credibilidade das instituições de ensino do Brasil.</p>
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		<title>Possível anulação do vestibular da UECE</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 04:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Vestibular anulado. Para saber mais, clique aqui.)
Em menos de 24h após a realização do exame vestibular da Universidade Estadual do Ceará, escrevi aqui sobre a Possível fraude no vestibular da UECE. Dia 4 de dezembro saiu a nota oficial da Universidade sobre o assunto. Foi anunciado que, no entendimento da CEV, não houve beneficiamento nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #339966;">(<strong>Vestibular anulado.</strong> Para saber mais, clique<a href="http://geografialinks.com/2009/12/15/vestibular-2010-da-uece-anulado/" target="_self"> aqui.</a>)</span></em></p>
<div id="attachment_541" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/justica.jpg"><img class="size-medium wp-image-541 " title="justica" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/justica.jpg?w=300" alt="" width="270" height="241" /></a><p class="wp-caption-text">Vestibular vai parar no MP</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em menos de 24h após a realização do exame vestibular da <strong>Universidade Estadual do Ceará</strong>, escrevi aqui sobre a <a href="http://geografialinks.com/2009/11/30/possivel-fraude-no-vestibular-2010-da-uece/" target="_blank">Possível fraude no vestibular da UECE</a>. Dia 4 de dezembro saiu a<a href="http://www.uece.br/uece/arquivos/notaoficial.doc" target="_blank"> nota oficial</a> da Universidade sobre o assunto. Foi anunciado que, no entendimento da CEV, não houve beneficiamento nem fraude, pois as marcações (atecnias) são aleatórias. Obviamente, isso não agradou quem estudou por anos para se deparar com uma prova mal feita. <span id="more-540"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Dia 9 desse mês, alguns candidatos, insatisfeitos com a decisão de José Maria Santiago, presidente da Comissão Executiva de Vestibular, acionaram o <strong>Ministério Público</strong> solicitando a anulação do vestibular.</p>
<p style="text-align: justify;">José Maria Santiago declarou não estar preocupado com a denúncia ao ministério público:</p>
<blockquote><p>Estamos tranquilos. Qualquer decisão judicial tem que ser cumprida sem reclamação. Agora, só preciso aguardar a notificação. Nós respeitamos o direito que qualquer cidadão tem de entrar na justiça quando se sente prejudicado.</p></blockquote>
<p>De qualquer maneira, o presidente da <strong>CEV</strong> afirmou que as datas da segunda fase do vestibular não serão alteradas<strong> (</strong><strong>20 e 21 de dezembro).</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conferência de Copenhagen (COP15)</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 01:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[

O que é
O Protocolo de Quioto foi um acordo internacional em que os países participantes se comprometeram em reduzir a emissão de gases visando amenizar os problemas ambientais, como o famigerado aquecimento global. (Apesar de existirem alguns cientistas que considerem o aquecimento global como um processo natural, em que o homem pouco ou nada interfere; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">
<p><div id="attachment_514" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/copen.png"><img class="size-medium wp-image-514" title="copen" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/copen.png?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Save the planet</p></div></h2>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #32cd32;">O que é</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O Protocolo de Quioto foi um acordo internacional em que os países participantes se comprometeram em reduzir a emissão de gases visando amenizar os problemas ambientais, como o famigerado aquecimento global. (Apesar de existirem alguns cientistas que considerem o aquecimento global como um processo natural, em que o homem pouco ou nada interfere; pois, segundo eles, o aumento da temperatura da Terra é completamente normal, faz parte da sua própria dinâmica.) De qualquer maneira, esse é um assunto para um outro artigo. A conferência de Copenhagen (Dinamarca) é um evento similar aos que aconteceram em <strong>Toronto Co</strong><strong>nference on the Changing Atmosphere</strong> no Canadá em outubro de 1988, seguido pelo <strong>IPCC&#8217;s First Assessment Report</strong> em Sundsvall na Suécia em agosto de 1990 e que culminou com a <strong>Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática </strong>na <strong>ECO-92</strong> no Rio de Janeiro em junho de 1992.<span id="more-510"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A conferência de Copenhagen será realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009 e visa substituir o<strong> Protocolo de Quioto</strong> que expira em 2012. Os temas mais esperados são: os procedimentos e medidas que os países desenvolvidos e em desenvolvimento terão que tomar para manter/estabelecer novas metas de emissão de gases; as consequências de oito anos de governo <strong>Bush</strong> nos Estados Unidos, um dos principais países responsáveis pela emissão dos gases que influenciam no efeito estufa e o único a não participar do protocolo de Quioto; a expectativa de mudança do posicionamento estadunidente, visto que o <strong>presidente Obama</strong> prometeu uma postura diferente do seu antecessor.</p>
<h2><span style="color: #32cd32;">O Brasil</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O Brasil tem a maior delegação na conferência que conta com 191 países (clique <a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/misc01p01.pdf" target="_blank">aqui</a> para baixar a lista dos países envolvidos na conferência). A delegação brasileira possui 743 pessoas. Para fins comparativos, a delegação chinesa possui 233 nomes e a estadunidense, 191.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A nossa delegação é maior do que o habitual. Há credenciados e não credenciados, e não se sabe se todos virão <strong>(Sérgio Serra – embaixador extraordinário para mudanças climáticas)</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Serra afirmou que apesar do número elevado nem todos serão financiados pelo governo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Isso não quer dizer que são 700 pessoas do governo nem 700 negociadores. Mas o governo brasileiro tem uma atitude bastante democrática de aceitar quem quer que seja indicado por um órgão de governo. Achamos que devemos incluir na delegação ONGs, empresas e indivíduos que sejam apresentados por uma entidade. Evidentemente isso não quer dizer que sejam delegados pagos pelo governo, mas há uma mentalidade inclusiva.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O tamanho da comissão brasileira inclui pessoas de vários segmentos do país e essa é a justificativa dada pelo Itamaraty. A lista inclui pessoas como o <strong>presidente Lula</strong>, a ministra-chefe da Casa Civil, <strong>Dilma Rousseff</strong>, o governador de São Paulo, <strong>José Serra</strong> e a senadora <strong>Marina Silva</strong>. Além das autoridades, a delegação brasileira é composta também por funcionários de bancos públicos (<strong>Banco do Brasil e Caixa</strong>) e bancos privados (I<strong>taú e Santander</strong>), ONGs, empresas como <strong>Natura, Vale do Rio Doce e Petrobras</strong>, e sindicatos de movimentos sociais, como a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a <strong>Via Campesina.</strong></p>
<h3><span style="color: #32cd32;">Proposta brasileira</span></h3>
<p style="text-align: justify;">O Brasil propõe até 2020 a redução de <strong>0,95 a 1,75 bilhões de toneladas</strong> dos gases do efeito estufa. Grande parte dessa redução viria da recuperação de pastagens degradadas pelo setor agropecuário, setor que é responsável por metade das emissões do Brasil, que é atualmente de <strong>2 a 2,2 milhões de toneladas anuais.</strong></p>
<h2><span style="color: #32cd32;">Contradições e divergências</span></h2>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>Estados Unidos</strong> não assinaram o protocolo de Kyoto alegando que reduzir a emissão de gases (eram responsáveis por 25% da emissão) poderia abalar a sua economia. O <strong>Brasil</strong> é contra a criação de uma agência internacional de controle de poluentes atmosféricos, pois é o quarto maior poluidor. Em contrapartida, <strong>Brasil</strong> e <strong>EUA</strong> trabalham juntos na criação de um padrão mundial de <strong>etanol</strong>, já que são os maiores produtores e consumidores. Os países ricos defendem um tratado único para todos, propondo uma renovação e melhoramento das definições do protocolo de Kyoto. Os países pobres defendem um acordo com abordagem dupla. Uma com exigências maiores para os países ricos e outra com exigências menores para os países pobres.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia <strong>8/12 (terça-feira)</strong> um texto de caráter informal que seria a proposta dinamarquesa (país que sedia a conferência) gerou polêmica na conferência. Muitos disseram que falta transparência na proposta.</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O texto proposto pelo primeiro-ministro dinamarquês é fraco e mostra a posição elitista e sem transparência da presidência dinamarquesa. (…) As táticas de negociações debaixo dos panos, sob a presidência dinamarquesa, querem agradar os países ricos em vez de servir à maioria das nações que pedem uma solução justa e ambiciosa. <strong>(Kim Carstensen – organização WWF)</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A ministra dinamarquesa do Clima explica que o texto divulgado não é a proposta oficial do país, por isso os participantes não devem se distrair com ele.</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não existe um texto. Estamos há semanas e meses consultando os diversos países, é o nosso trabalho. (&#8230;) Muitos textos circulam, mas o que talvez seja aprovado aqui ainda não existe, então ninguém pode tê-lo visto. <strong><em>(Connie Hedegaard &#8211; ministra do clima da Dinamarca)</em></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Durante os dias da conferência, segundo pesquisa do jornal Telegraph de Londres, circularão 140 jatos privados. Foram alugadas mais de <strong>1200 carros de luxo</strong> dos quais apenas 5 possuem motor elétrico. Nos 11 dias de encontro, serão emitidos aproximadamente <strong>40.000 toneladas de CO2.</strong> Pasadena, uma cidade do estado da <strong>Califórnia</strong> de <strong>140.000 </strong>habitantes, emite essa mesma quantidade de <strong>CO2</strong> em igual período.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #32cd32;">Concluindo</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O novo tratado terá validade até 2020. O financiamento das ações ainda não está decidido. O banco mundial prevê que para que os países em desenvolvimento enfrentem essas mudanças serão necessários <strong>400 bilhões de dólares</strong> por ano. Também ainda não foi definido como serão &#8220;recompensados&#8221; os países  que diminuírem o seu grau de desmatamento.</p>
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		<title>Seminário para debater Zona Costeira</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 02:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geografia]]></category>
		<category><![CDATA[geografialinks]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário]]></category>

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O III Seminário de Gestão Integrada da Zona Costeira – SEMGIZC vai reunir de 8 a 11 de dezembro, no Auditório Paulo Petrola da Reitoria da Universidade Estadual do ceará (UECE), pesquisadores, professores, estudantes e estudiosos da área da Zona Costeira. O encontro terá como tema central “O litoral em debate: os (des)caminhos da gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_478" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/zonacosteira.jpg"><img class="size-medium wp-image-478 " title="zonacosteira" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/zonacosteira.jpg?w=300" alt="" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Zona costeira cearense</p></div>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O III Seminário de Gestão Integrada da Zona Costeira – SEMGIZC vai reunir de 8 a 11 de dezembro, no <strong>Auditório Paulo Petrola da Reitoria da Universidade Estadual do ceará (UECE)</strong>, pesquisadores, professores, estudantes e estudiosos da área da Zona Costeira. O encontro terá como tema central <strong>“O litoral em debate: os (des)caminhos da gestão participativa e integrada”.<span id="more-477"></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Coordenado pelo Laboratório de Geologia e Geomorfologia Costeira e Oceânica – LGCO, o evento tem como objetivo discutir a gestão integrada e o desenvolvimento sustentável das zonas costeira na perspectiva da Agenda 21 &#8211; Proteção  dos oceanos, de todos os tipos de mares &#8211; inclusive mares fechados e semifechados &#8211; e das zonas costeiras, e proteção, usos racional e desenvolvimento de seus recursos vivos e não vivos.</p>
<p style="text-align:justify;">O professor pesquisador <strong>Jáder Onofre de Morais</strong> é o presidente do III Seminário de Gestão Integrada da Zona Costeira. O LGCO da UECE consolidou-se a partir de sua criação, em 1996, no grupo de pesquisas Sistemas Costeiros e Oceânicos, devidamente registrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Mais informações no site: <a href="www.uece.br/semgizc" target="_blank">www.uece.br/semgizc</a> ou LGCO pelo telefone <strong>3101.9786.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Fonte: Portal da UECE (www.uece.br)</em></p>
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		<title>Redação, como fazer um bom texto</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 11:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos/Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
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		<category><![CDATA[Redação]]></category>
		<category><![CDATA[Vestibular]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é preciso explicar a importância de conseguir uma boa nota em redação, todos já sabem do peso que uma boa redação tem. Aqui vou mostrar algumas dicas que certamente o(a) ajudarão a conseguir uma boa nota em provas de exames vestibulares e/ou ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio)
Vale ressaltar que as dicas não serão voltadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_432" class="wp-caption alignleft" style="width: 277px"><a href="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/redacao.jpg"><img class="size-full wp-image-432  " title="redacao" src="http://geografialinks.com/site/wp-content/uploads/2009/12/redacao.jpg" alt="" width="267" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Ela está assim porque não leu as dicas do geografialinks</p></div>
<p style="text-align: justify;">Não é preciso explicar a importância de conseguir uma boa nota em redação, todos já sabem do peso que uma boa redação tem. Aqui vou mostrar algumas dicas que certamente o(a) ajudarão a conseguir uma boa nota em provas de<strong> exames vestibulares </strong>e/ou <strong>ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-418"></span>Vale ressaltar que as dicas não serão voltadas exclusivamente para provas ou exames, mas de como escrever bem. A maioria das universidades não avaliam só a gramática ou a estrutura do texto. O objetivo da redação não é só constatar que o aluno sabe escrever de acordo com as normas da língua. Além disso, o objetivo é analisar a capacidade do aluno de <strong>pensar e opinar.</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Um dos piores erros que os candidatos podem cometer em uma prova de redação é a extrema preocupação com a forma, com a gramática. O importante é que ele opine sobre o tema.&#8221; <strong><em>(Marisa Magnus Smith &#8211; coordenadora da banca de avaliação de redações da PUC-RS)</em></strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Para fazer isso, quem escreve deve ter uma opinião e um posicionamento diante o tema proposto. Não se deve mudar de posicionamento durante o texto (ora a favor, ora contra) nem ficar com a opinião do senso comum. Imagine que o governo legalizou o aborto. Se as pessoas procuram um artigo ou jornal que fale sobre o assunto e encontram um texto sem posicionamento devidamente argumentado, elas não refletirão sobre o tema muito menos terão interesse em ler. Um leitor de jornal espera do jornalista o mesmo que os examinadores esperam dos candidatos.</p>
<blockquote><p>A prova de redação é 50% leitura e 50% escrita. Uma é conseqüência da outra. O primeiro passo para ter sucesso é ler o tema com muita atenção e, em seguida, posicionar sua opinião para definir o que será defendido. <strong><em>(Maurício Soares Filho, professor de cursinho)</em></strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">É condição <em>sine qua non </em>para se escrever bem estar informado sobre o tema. Para isso, não há outra saída senão ler. Praticar é igualmente essencial. <strong>Especialistas dizem que não há fórmula mágica, o segredo é baseado em treinamento e leitura.</strong></p>
<blockquote><p>O ideal é que o aluno escreva duas redações por semana e peça para um professor corrigi-las, pois, assim, aprenderá com os seus erros e melhorará seu texto naturalmente. <strong><em>(Maria Aparecida Custódio - professora do laboratório de redação do colégio Objetivo)</em></strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Como eu disse anteriormente, as dicas não se limitam de como escrever bem em provas de redação. Os que prestam vestibular para cursos como Geografia, História, Jornalismo etc conviverão com a escrita diariamente. Para vocês, a redação do vestibular é só um aperitivo.</p>
<h2><span style="color: #32cd32;">Como escrever bem na Internet</span></h2>
<p style="text-align: justify;">As dicas a seguir são voltadas para a escrita na Internet, principalmente em fóruns de discussão e em blogs.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Encerre  todas as atividades que esteja fazendo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Feche Navegador, MSN, Gtalk, IRC ou qualquer coisa que divida a sua atenção. Se sua atenção estiver comprometida, você não se esforçará para pensar, logo será induzido a escrever o óbvio.</p>
<p><strong>Use as regras de Netiqueta.</strong></p>
<p>Ninguém tem interesse em ler um texto repleto de internetês ou com excesso de exclamações!!!!! o mesmo serve para interrogações, ok???</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pesquise sobre o assunto que você pretende tratar</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações novas sobre o assunto que interessam ao leitor farão com que ele avalie melhor o seu texto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coloque-se no lugar do leitor.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Leia e releia o seu texto várias vezes invertendo o ponto de vista. Substitua palavras, use sinônimos e avalie a nova sensação que cada palavra causa.</p>
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